LIÇÃO 11
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que
possa conduzir o aluno a:
Compreendera essência dos ensinos do Senhor
Jesus – vida cristã genuína.
Para refletir
“Depois de dizer isso, Jesus saiu da Galiléia e foi para a
região da Judéia que fica no lado leste do rio Jordão.”(Mt 19.1 – NTLH).
Jesus percorria todas as aldeias e vilarejos ensinando e curando
muitas pessoas (v. 2). O Mestre amado aplicava seus ensinos aplicando-o à
necessidade humana de seus ouvintes.
Sempre enfatizando que a busca do Reino de Deus deve ser o
grande objetivo de nossa vida.
Texto Bíblico em estudo: Mt 19.1-30
Introdução
No texto em estudo, vemos explicitamente o perigo de colocar-nos
sob um sentimento egoísta – a satisfação própria e a ambição – em detrimento do
bem estar se outros.
Vejamos:
·
Acerca do divorcio – o próprio Senhor Jesus nos afirma que o
divorcio é resultado de coração endurecido, ou seja, não é da Vontade de Deus
(isto deve ficar bem claro ao adolescente).
·
Acerca das crianças – muitas vezes nos tornamos rudes e
insensíveis às necessidades espirituais que possuem (os adolescentes, costumam
hostilizar muito seus irmãos mais novos, mesmo estando passando por
transformações físicas e psicológicas, têm responsabilidades espirituais), nos
esquecendo que demos o dever de conduzi-las ao reino de Deus.
·
Acerca da Riqueza – não é pecado possuir bem, o problema está na
inversão de valores. Quantas vezes colocamos a superfluidade à frente, em
detrimento a vida de fé que devemos ter. Sem o devido desprendimento disso, não
conseguiremos servir a DEUS com todo nosso espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23).
Os assuntos abordados pelo Senhor Jesus, mostra-nos que muitas
de nossas atitudes são totalmente incompatíveis com a verdadeira vida cristã,
e, portanto devem ser banidas de nosso cotidiano.
As parábolas
Um dos métodos de ensino do Mestre eram as parábolas.
“Parábola”, deriva da palavra grega, parabole,
vem de um verbo grego que significa “colocar ao lado de”. Uma parábola é uma história
que coloca uma coisa ao lado de outra com o propósito de ensinar. É uma
comparação, colocando o conhecido ao lado do desconhecido. Memoravelmente
expressada, ela é “uma história terrestre com um significado celestial”.
Parábolas são histórias ilustrativas geralmente concebidas para
ter três partes básicas:
1.
Uma ocasião histórica que produziu a parábola.
2.
A história ou narrativa. E,
3.
A lição principal a ser extraída dessa históriae aplicá-la.
Jesus certamente viveu mais cônscio do mundo no qual Ele andava
do que qualquer outro homem antes Dele. E de tudo que O rodeava Ele tirou ricas
metáforas, que fizeram Dele um Irresistível Ilustrador e Mestre.
O Senhor começou cedo, nos seus discursos públicos, a falar com conhecimento de pescadores, agricultores, pastores e comerciantes. Ele tirou expressivas comparações do mundo dos reis e dos príncipes, dos servos e dos pobres, sacerdotes e publicanos, juízes e ladrões. Ele encontrou lições na relva e nas flores, no vento e na rocha. Ele falou muito de vinhas e trigais, de joio, de espinhos e de cardos. Ele conhecia bem o lugar da raposa e o caminho dos lobos e das ovelhas. E falou especialmente do lar, de sal e de lâmpadas, de cozinha e de limpeza, de festas e de casamentos, de pais e de filhos.
O Senhor começou cedo, nos seus discursos públicos, a falar com conhecimento de pescadores, agricultores, pastores e comerciantes. Ele tirou expressivas comparações do mundo dos reis e dos príncipes, dos servos e dos pobres, sacerdotes e publicanos, juízes e ladrões. Ele encontrou lições na relva e nas flores, no vento e na rocha. Ele falou muito de vinhas e trigais, de joio, de espinhos e de cardos. Ele conhecia bem o lugar da raposa e o caminho dos lobos e das ovelhas. E falou especialmente do lar, de sal e de lâmpadas, de cozinha e de limpeza, de festas e de casamentos, de pais e de filhos.
Suas palavras eram maravilhosas, pelo modo como tornavam a
Vontade de Deus tão real e clara através das parábolas.
As duas portas: de modo claro e expressivo o Senhor Jesus,
mostrava através de seus ensinos, que o ser humano tem duas únicas alternativas
possíveis quanto à sua vida presente e futura. Ele ilustra isso com mais
propriedade no ensino dos dois caminhos (ou, duas portas) em Mateus 7.13,14:
“Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso,
o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque
estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a
encontrem.”
Esta passagem nos fala de apenas duas portas (v.13), uma
estreita (ver também, Jo 10.9), outra larga, deixando evidente que a maioria das
pessoas escolhe a segunda. A ênfase dada por Jesus neste ensino é que “poucos
conseguem entrar e prosseguir a caminhada”, salientando, assim que para fazer
parte do reino de Deus, implica assumir os seus princípios e buscar viver aqui
na terra compromissos que nem todos querem (Jo 6.60,61).
Como mestre, a missão do Filho de Deus era revelar o coração de
seu Pai aos homens, para que conhecessem e entendessem sua graciosa vontade
para as vidas deles. Tal entendimento não poderia ser criado por divino “faça-se”.
As maravilhas que Jesus fazia eram notáveis, mas serviam apenas
para confirmar sua mensagem (Jo 3.1-2) que, como a Verdadeira Fonte da energia
Salvadora de Deus (Rm 1.16), tinha finalmente que ser aceita e entendida como
eficaz (Jo 6.44-45).
Por toda sua magnífica demonstração de poder divino, os milagres
não poderiam forçar esse entendimento. Tinha que ser atingido por instrução
paciente e muitas vezes laboriosa que, mesmo depois de longas horas, dias e
meses era submetida à completa rejeição, por parte de seus ouvintes.
Mas com amor perseverante o Senhor Jesus buscava fazer com que todos os homens entendessem, e escolhia abordagens que eram notáveis por sua simplicidade. Ele pegava os homens onde eles estavam e buscava levá-los para onde era necessário que estivessem.
Mas com amor perseverante o Senhor Jesus buscava fazer com que todos os homens entendessem, e escolhia abordagens que eram notáveis por sua simplicidade. Ele pegava os homens onde eles estavam e buscava levá-los para onde era necessário que estivessem.
Ele se valia do conhecimento deles deste mundo para ensinar-lhes
sobre o porvir.
O estilo de Jesus como Mestre é insuperável, e a maior expressão
disto são suas parábolas, e aqueles que quiserem entender Jesus precisam chegar
finalmente a entender aquelas poderosas histórias ilustrativas que se tornaram
o veículo característico de tantas de suas lições.
Oração e obediência à Palavra de Deus
O Senhor Jesus, não somente ensinava, mas vivia – a Palavra que
falava era sua própria essência – Ele é a Palavra.
Ensinou a verdadeira oração – e orava, mesmo sendo Deus,
mostrou-nos o caminho a trilhar através de uma vida de continua comunhão com o
Pai.
E para elevar seu ensino, o Senhor exorta-nos a não somente
ouvir, e chamá-Lo de Senhor, mas, sobretudo, amá-Lo e obedecer-lhe em tudo e
seguir Seu exemplo:
“E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu
digo?
Qualquer que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as observa,
eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante ao homem que edificou uma
casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre rocha; e, vindo a
enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa e não a pôde abalar, porque
estava fundada sobre rocha. Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem
que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a
corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.”(Lc 6.46-49)
A base da fé cristã é a Palavra de Deus. Verdadeiramente a
obediência a Sua Palavra é o único meio a seguir. Somente aqueles que
constituem a Palavra de deus como sólido fundamento em suas próprias vidas e
pautam sua vida diária Nela, poderão ser vitoriosos sobre as tempestades e
problemas que enfrentarão. Somente assim terão uma fé inabalável, uma vida
verdadeiramente cristã.
Conclusão
Amado (a) enfatize aos seus alunos que o Senhor Jesus em todos
os seus ensinos apontava aos seus ouvintes, a necessidade essencial de uma
mudança de vida. Para Ele não importava a exterioridade da pessoa, e sim a
sinceridade de seu coração.
Os desafiava a servi-Lo:
“E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu
digo?”
Nós também temos ouvido Seus Preciosos Ensinos.
Mas... como estamos? – Será que estamos aprovados?
Ou será que o Senhor está dizendo-nos o que falou para o Jovem
Rico?
“E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma
coisa...”(Mc 10.21)
Cheguemos-nos, pois a Ele, afim ser sermos ajudados em tempo
oportuno (Hb 4.16), lembrando-nos que Hoje é o tempo oportuno, “como
está dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração.” (Hb 4.7).
Deus vos abençoe.
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